"Somos
tecidos de símbolos de um lado a outro, nossos átomos, nossas células,
nossos fins ideais. Esses símbolos carregam consigo sua história, o
sentido de sua gênese. Eles constituem uma unidade, mas com dupla face: o
que eles permitem que apareça esconde o que não são mais. Mas é apenas o
que eles não são mais que revela o que eles realmente são. Se assim é
nossa condição humana, assim é também a estrutura mesma do ser, a
coerência simbólica do universo."